25 de set. de 2008

Fundação do Banco do Brasil

História

Foi criado o primeiro banco do Brasil em 12 de outubro de 1808 pelo Rei D. João VI, por sugestão do conde de Linhares, Rodrigo de Sousa Coutinho, num conjunto de ações que visavam a criação de indústrias manufatureiras no Brasil, incluindo isenções de impostos para importação de matérias-primas e de exportação de produtos industrializados.

Instalou-se inicialmente na Rua Direita, esquina com Rua de São Pedro, no Rio de Janeiro, com 1 mil e 200 contos de réis de capital. Funcionando como uma espécie de banco central misto, foi o quarto banco emissor do mundo, depois do Banco da Suécia (1668), Banco da Inglaterra (1694) e Banco da França (1800)

Com o saque de vultosa quantia e o retorno de D. João VI para Portugal, esse primeiro Banco do Brasil veio a falir.

Anos mais tarde, Irineu Evangelista de Souza, que viria a ser Barão e Visconde de Mauá, criou em 1851 uma nova instituição denominada Banco do Brasil. Como antes, também nascida de um lançamento público, dessa vez com um capital de 10.000 contos de réis. Esse valor era considerado elevado para a época e o mais vultoso entre os das sociedades existentes na América Latina. Nesse segundo Banco do Brasil há uma forte carga simbólica de suas ligações permanentes com o mercado de capitais. As reuniões preparatórias e a assembléia de constituição se realizaram no salão da Bolsa do Rio de Janeiro.

Já em 1853, o Banco do Brasil de Mauá se fundiria com o Banco Comercial do Rio de Janeiro, por uma determinação legislativa liderada pelo Visconde de Itaboraí, considerado o fundador do Banco de hoje.

As primeiras linhas de Crédito Rural do Banco do Brasil datam da década de 80 do século XIX.

Até a criação do Banco Central do Brasil, o Banco do Brasil era emissor de moeda.



grupo:

Matheus Teofilo.
Guilherme Marques.
Leonardo Lamarca.


Fonte:wikipedia.com

24 de set. de 2008

Os motivos que provocaram a independência do Brasil

O processo de independência do Brasil foi resultado de três motivos:
A independência dos Estados unidos cujo objetivo de mostrar que as colônias podem se tornar paises independentes;
O iluminismo que pregou a liberdade de combater a opressão monárquica;
E o pacto colonial português;

Para a historia do Brasil, o período sob o governo de dom João VI ficou marcado como um grande momento de revolução política, cultural e econômica, em buraco mesmo não se possa dizer do social. O próprio sistema monárquico absolutista, por sua natureza, implica a negação da igualdade entre as pessoas, na crença da autoridade natural, da superioridade do nascimento ou pelo titulo de nobreza concedido.

Um exemplo disso ocorreu logo na chegada da corte ao rio de janeiro, quando os principais edifícios da cidade foram confiscados, como palácio da quita da boa vista que se tornou a residência real também foram tomadas casas particulares e propriedades, numa combinação de autoritarismo e troca de favores.

Muito dessa herança ficou caracterizada na política do império, em especial durante o reinado de dom Pedro II, quando houve uma ampla distribuição de títulos nobiliárquicos, como de marqueses, viscondes, duques e barões. Talvez em parte aí esteja a origem do coronelismo, do clientelismo, e de praticas corruptas, não apenas dos políticos mas de grande parte da sociedade brasileira que se julga superior por fazer parte de uma elite econômica , intelectual ou até mesmo racial.

O centralismo político se manteve na republica. O Brasil sempre teve pouco parlamentarista, o que predominou o populismo, a figura do rei, do pai dos pobres, do salvador da pátria. Por outro lado esse centralismo político também esteve relacionado com a unidade territorial, uma vez que desde o período colonial, todos os movimentos separatistas foram sufocados pelo poder central.

Na época da independência teve origem uma hospitalidade contra os portugueses, o que gerou um certo preconceito com antigos colonizadores. A figura do português foi associada à estereópitos que alcançaram o século 20. relacionada a isso, a imagem de dom João VI foi deturpada, ridicularizada em filmes e seriados recentes, ate mesmo por uma certa historiografia, criando-se a imagem de um rei bonachão e glutão, com coxinhas de galinhas nos bolsos, e reduzindo-se a transferência da corte a uma mera fuga de Napoleão.
Ilana Maria de Oliveira e Nathalia

Indústrias

Industrias
(1500 - 1808)
Nesta época fazia restrição ao desenvolvimento de atividades industriais no Brasil. Apenas uma pequena indústria para consumo interno. Na segunda metade do século XVIII algumas indústrias começaram a crescer, como a do ferro e a têxtil. Isso não agradava Portugal porque já faziam concorrência ao comércio da corte e poderiam tornar a colônia independente financeiramente, adiquirindo a possibilidade da independência política. A escravidão ainda estava presente. Faltavam trabalhadores livres e assalariados para constituir a base do mercado consumidor. Além disso, as elites enriquecidas pelo café ainda não estavam dispostas a investir na indústria.em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, definindo a grande concentração espacial da indústria, que permanece até hoje.uma característica das indústrias que foram criadas desde a 1ª Guerra Mundial é que muitas delas fazem apenas a montagem de peças produzidas e importadas do exterior. São subsidiárias das matrizes estrangeiras.No início da 2ª Guerra Mundial o crescimento diminuiu porque o Brasil não conseguia importar os equipamentos e máquinas que precisava. Isso ressalta a importância de possuir uma Indústria de Bens de Capital.




grupo:


Matheus Teofilo.
Guilherme Marques.
Leonardo Lamarca.

Bloqueio continetal e período napoleônico

Olá , eu sou a Rafaela ,
Vamos falar um pouco sobre a medida tomada por Napoleão Bonaparte , governante francês que dizia que o comércio para com a Inglaterra , era proibido , e a quebra dessa ordem , resultava em uma invasão francesa no território cujo quebrara a ordem .

Tudo começou com a crise do Diretório , que durante o movimento revolucionário de 1789 , não conseguiu conter a crise .

Durante essa situação de crise , um jovem general começou a ganhar fama combatendo os inimigos da revolução . Napoleão Bonaparte .

Em 1799 a crise teve seu auge , e se anunciava uma guerra próxima ,Napoleão abandonou seu exército no Egito , e foi à França onde foi aclamado nas ruas de Paris .

Os atos do governo foram a dissolução das Assembléias , e a aprovação de uma nova Constituição que extinguia o Diretório , no lugar nascia o Consulado , novo órgão executivo com três cônsules , sendo o primeiro , Napoleão Bonaparte .

Logo após , assumiu o governo , e tentou estabelecer uma trégua internacional , após derrotar os austríacos , assinou acordo de paz com a Inglaterra em 1802 .

A estabilidade não durou muito , em 1803 , Inglaterra , Áustria , Prússia e Rússia , uniram-se em uma coligação , para declarar guerra à França. Os países se preocupavam com a concentração de poderes de Napoleão .

“Durante as guerras o exército Francês se mostrou imbatível . A maior dificuldade de Napoleão , porém , era vencer a Inglaterra , isolada pelo mar , e protegida pela mais poderosa frota marítma do mundo .

Napoleão resolveu invadir aquele país . Mas sua frota marítma acabou destruída pelos ingleses na Batalha de Trafalgar , no litoral da Espanha . O imperador francês voltou-se então para a Europa Central : derrotou a Prússia, tomou a Península Itálica e isolou a Áustria .
Em 1806 , convencido de que era preciso minar a economia inglesa para vencer , Napoleão decretou o Bloqueio Continental. Os países da Europa ficaram proibidos de comercializar com os ingleses ; aqueles que desobedecessem teriam seu território ocupado . A Inglaterra , em resposta , passou a dificultar ainda mais o contato entre os países europeus e suas colônias ultramarinas.”
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“O Bloqueio Continental foi a proibição imposta por Napoleão Bonaparte com a emanação, em 21 de novembro de 1806, do Decreto de Berlim, que consistia em impedir o acesso a portos dos países então submetidos ao domínio do Império Francês a navios do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda. Com o decreto buscava-se isolar economicamente as Ilhas Britânicas, sufocando suas relações comerciais e os contactos com os mercados consumidores dos produtos originados em suas manufaturas.

Napoleão justificou tal violação do direito internacional como uma exigência de responder à ação de bloqueio dos portos franceses por navios da Marinha do Reino Unido, que anteriormente ao decreto napoleônico havia por diversas vezes seqüestrado navios franceses.

O objetivo do bloqueio era atingir a economia britânica, visto que com a derrota em Trafalgar a França não teria mais condições de contestar o domínio inglês dos mares nem teria tido a possibilidade de invadir, com uma expedição de tropas transportadas via marítima, o Reino Unido. Depois da incursão naval inglesa na Dinamarca de agosto de 1807, o Bloqueio foi estendido também aos portos do mar Báltico e, em novembro e dezembro do mesmo ano, foi radicalizado com os dois Decretos de Milão.

A reação do Reino Unido não tardou: em janeiro de 1807 foram emitidas algumas ordenanças que institucionalizaram o comportamento de facto da Marinha Real Britânica com relação aos navios neutrais que tinham como destino portos franceses. Os navios abordados em alto-mar transportando mercadorias eram capturados e vendidos em leilão, além de ter a carga seqüestrada. A potência da marinha britânica pôde tornar tal medida muito mais eficaz que o bloqueio imposto por Napoleão Bonaparte. Como resultado, as mercadorias coloniais simplesmente desapareceram dos mercados dos países sujeitos ao Bloqueio Continental.

Efeitos do bloqueio

O Bloqueio Continental revelou-se um tiro pela culatra para Napoleão. O bloqueio era mal visto pela nações "aliadas" à França e isto contribuiu para reduzir em grande medida o prestígio de Napoleão nas terras por ele conquistadas.

Analisando-se todos os aspectos da questão e não somente aos estritamente econômicos, o Reino Unido conseguiu conter as conseqüências negativas do Bloqueio Continental muito mais efetivamente do que a França, que sairia então derrotada.”




As informações foram retiradas de :
Livro Didático Projeto Araribá – Oitavo Ano . Editora Moderna .
CARPENTIER, Jean; LEBRUN, François. História da Europa. Lisboa: Editorial Estampa, 1996. ISBN 972-33-1085-6
CHANDLER, David G.. Le Campagne di Napoleone. Milão: R.C.S. Libri S.p.A., 1998. ISBN 88-17-11577-0
MAUROIS, André. Storia degli Stati Uniti. Milão: Arnoldo Mondatori Editore, 1953.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bloqueio_Continental

A abertura dos portos

A Abertura Dos Portos de 1808

No dia 24 de janeiro de 1808 o príncipe regente D.João atracou em salvador, a antiga capital da colônia. Pela primeira vez, uma família real européia pisava em solo americano, para aqui se instalar.

No dia 28 de janeiro de 1808, D.João assinou o decreto que abriu os portos brasileiros ao comércio com as nações amigas. Foi a primeira experiência liberal do mundo após a Revolução Industrial. O texto marcou o fim do Pacto Colonial, o qual na prática obrigava a que todos os produtos das colônias passassem antes pelas alfândegas em Portugal, ou seja, os demais países não podiam vender produtos para o Brasil, nem importar matérias-primas diretamente das colônias alheias, sendo forçados a fazer negócios com as respectivas metrópoles.

A medida resultou tanto de negociações com a Inglaterra quanto da necessidade de abastecer a nova sede do reino com mercadorias européias.

• Negociações com a Inglaterra- Ao abrir os portos brasileiros, o principe cumpria o acordo feito com a Inglaterra, pelo qual esta se comprometia a escoltar a corte para o Brasil em troca do fim das restrições comerciais aos produtos ingleses .

A necessidade de abastecer a corte- A abertura dos portos decorreu tambem da ocupaçao de Portugal pelas tropas francesas. Com o territorio invadido, os portugueses nao teriam como abastecer o Brasil com produtos europeios.

Para o brasil, a abertura dos portos significou o termino do exclusivo comercial metropolitano e o primeiro passo rumo a indepedência em relação a Portugal.


Carta regia de abertura dos portos de 20 de janeiro de 1808.

grupo:


Matheus Teofilo.
Guilherme Marques.
Leonardo Lamarca.